Relacionamentos

26th março
2010
written by Carol

Às vezes me esqueço de como o mundo dá voltas e de como passa água por baixo da minha ponte… E acho que sempre vai ser diferente, que as amizades sempre serão verdadeiras e intensas, que as conquistas virão sem os obstáculos, que o amor sobrevive sem saudade, que posso tudo e que não tenho limitações. Às vezes me esqueço que quem me dá a mão hoje pode puxar meu tapete amanhã, que confiar demais pode ser um pecado e não uma virtude, e acredito que sempre vou ter aquele ombro amigo à minha disposição. Às vezes me esqueço de que se não preciso hoje posso precisar amanha, de que nem sempre a dança vai conforme a música, de que sou ser-humano (com todas as minhas fragilidades) antes de ser forte como a mulher-maravilha.

Aí vem a vida com seu jeitinho mineiro e me dá um empurrão. Eu tropeço, desequilibro, mas não caio. Me apoio firmemente naquilo que me é seguro, na minha base, meu porto-seguro. Respiro fundo, conto até 10 (aprendi a pouco tempo como fazer isso), olho pra cima e sigo. E é assim a todo tempo, quando a gente acha que está tudo bem, tudo bom, tudo tranquilo, tudo acomodado, vem a vida e oxigena. Te mostra que é preciso ter os pés no chão, a cabeça no lugar e aceitar que o mundo dá voltas sim e que é preciso estar preparado.

Nem todo mundo te ama o quanto te fala. Nem todo mundo te acha legal como você pensa que é. Ném todo mundo quer a sua companhia como você quer a companhia de alguém. Nem todo mundo vê em você a pessoa maravilhosa que você é. Nem todo mundo quer a sua felicidade do jeito que falam. Não generalize, mas é preciso estar com o coração aberto para perceber as sutilezas da vida e saber lidar com elas.

O tempo é nosso melhor amigo… Acredite.

Bj.

22nd março
2010
written by Carol

Pouco tempo para atualizar o blog, tempo suficiente para curtir o fim de semana que parece pouco perto do que sinto que é necessário. O tempo voa, mais rápido do que posso acompanhar. Corro contra o tempo, ou melhor, atrás do tempo pra tentar não deixar que ele se vá assim… E cada dia que vai passando é como um dia a menos que tenho para ser feliz. E na verdade é, mas não tenho que me lamentar pelo que passou, tenho que me alegrar com os dias que ainda estão por vir. Quero que esse futuro ainda distante se aproxime logo, mas também quero que ele não chegue.  Quero viver intensamente o dia de hoje, sem pensar nos problemas, nas dificuldades, na distância. Quero amar de forma incondicional, sem medo, com toda força. A cada dia que acordo (em especial às segundas-feiras, confesso! rs) penso naquele sonho, naquele que motiva e que faz acreditar que um dia será possível. E é esse sonho que mantém de pé e me faz acreditar que tudo está valendo a pena!

Perco um pouco as forças, mas não me abato. Até penso em desistir, mas sigo firme, confiante. Busco pelo meu ideal, pelos meus objetivos, pelas minhas conquistas, por aquilo que me faz bem. Não, não é fácil. Sim, eu desanimo. Mas somente eu posso lutar por mim mesma, somente eu saberei o caminho, pois o meu coração bate é dentro de mim. E bate forte hein! Me guia, me consola, me coforta, me faz viver.

Ahhh, vida! A cada dia vou tendo mais certeza de que a felicidade não existe. Que a busca por um sonho é o verdadeiro tesouro, que nem sempre só os momentos de alegria e conquista são responsáveis pelo nosso sucesso. O caminho é o mais importante, pois enquanto ainda houver pelo que bucar haverá vida em abundância. É importante reparar em cada detalhe desse caminho, em cada flor e em cada espinho. O tempo é amigo, e ao mesmo tempo é traiçoeiro. Saber viver intensamente cada momento é o segredo…

Beijos!!

22nd fevereiro
2010
written by Carol

O fim de semana foi maravilhoso… Voltamos pra SP depois do carnaval e na sexta-feira à noite já voltamos pra Poços de novo… Finalmente deu tudo certo com a transferência do meu carro e nós aproveitamos o fim de semana para conversar com dois decoradores, assistir a um recital de músicas para o casamento e ainda conversamos com uma empresa de filmagem. Foi lindo, maravilhoso, chorei ao ouvir as músicas para a cerimônia, sonhei com a decoração da igreja e do salão de festas, fiquei extasiada ao assistir às filmagens! Estamos super empolgados e felizes!!

Cada detalhe visto é um pedacinho desse sonho, cada e-mail trocado é um respiro, um encantamento. Que esse quadro que está sendo pintado aos pouquinhos revele uma verdadeira obra de arte. Que consigamos expressar em cada momento desse nosso grande dia nosso amor imenso, sincero e verdadeiro. Que todos os nossos convidados se sintam parte dessa realização. Que a noite seja eterna. Que a música seja profunda, que as palavras sejam poema. Que o sol venha no outro dia para aquecer, iluminar. E que esse outro dia seja só o primeiro de uma eternidade de conquistas!!

Como é bom casar! Todo esforço vale a pena!! Beijossss

15th fevereiro
2010
written by Carol

Eu sei que palhaços deveriam trazer alegria e sorrisos para as pessoas, mas comigo é diferente. Nunca tive paixão por essas simpáticas figuras que alegram, principalmente, as crianças… Mas até achava que um dia pudesse a vir me agradar com elas. Porém quando vejo um desses, especialmente em época de carnaval, sinto angústia. Isso porque eles me remetem a um passado que eu definitivamente gostaria de esquecer, que apesar de ser passado, não é tão distante assim, e ainda machuca. É como tirar uma casquinha, pequenina, de um machucadinho que está quase sarando. A casquinha já está bem sequinha, mas o machucadinho volta a sangrar, uma gotinha de sangue apenas, mas sangra.

E o ruim de morar em cidade pequena e de interior é exatamente isso: a cidade ser pequena. Aqui não tem jeito, por mais que você evite encontrar pessoas ou passar por algumas situações, você sempre acaba encontrando, vendo, esbarrando. E isso é péssimo. E hoje foi exatamente assim… Por 3 vezes eu teria mudado meu passo, trocado de calçada, dobrado a esquina. Teria me levantando 1 minuto mais cedo, chegado 1 minuto mais tarde. Se soubesse teria evitado o desagrado.  Sim, teria evitado relembranças, que apesar de indiferentes, ainda estão dentro de mim. Tudo poderia ter sido muito diferente, mas não foi. Não mudamos nosso passado, mas eu gostaria de às vezes poder evitar esse tipo de coisa. Não tenho esse poder.

Sei que nada disso importa mais, mas alguém consegue me explicar porque ainda sinto? Não, ninguém consegue. Se eu, que sou dona desse coração, não tenho resposta, acho difícil que alguém a tenha. Acho difícil que alguém entenda, compreenda e me explique. O tempo é realmente mestre em cuidar dos problemas do coração, mas às vezes ele atrasa… vixi… Às vezes acho que ele vem de bonde, como se diz aqui em Minas, porque demooooora. Ao invés de vir com força e limpar todo esse desconforto, ele vem aos poucos, como se quisesse montrar alguma coisa, ensinar alguma lição. Acho que ele quer mesmo, mas como a gente às vezes não presta atenção né?! Talvez fosse mais simples se eu fosse mais atenta ao que o tempo está querendo me mostrar… Talvez já tivesse passado, e quando um palhaço aparecesse em minha frente eu já tivesse preprarada para sorrir pra ele, mostrando a mim mesmo que tudo definitivamente já passou.

Mas apesar dos percalços com o palhaço eu estou muuuuito feliz!! Meu feriado está sendo ótimo e o que mais me alegra é saber que quarta-feira eu volto pra casa com meu amor, e não tenho mais que me despedir dele no final do feriado, pois agora somos um. Como é bom saber que não vamos nos separar nunca mais… Estamos curtindo muito… Piscina, almoços, festinhas, reuniões, cervejinha e muito sol!! Estamos sendo muito abençoados por Deus e não tem como negar! Vivemos Nele e Nele nos fortalecemos.

Não gosto de carnaval, mas amo o feriado prolongado. Pra quem curte, boa folia! Com muita responsabilidade, é claro!

Beijos, beijos, beijos.

12th fevereiro
2010
written by Carol

Eu já havia comentado aqui no blog sobre o grande desafio de ficar 21 dias sem reclamar e de como essa árdua tarefa acabaria por mudar nossa vida, para melhor! Eu estava super empenhada, fiquei alguns dias tentando, mas acabei desistindo. A gente fica muito acostumado a reclamar das situações porque isso nos completa de alguma forma. Por exemplo: A gente aprende desde criança que chorando, fazendo manha, a gente ganha a atenção dos nossos pais e é assim por toda nossa vida. É só a gente sentir carência, falta de atenção, que achamos alguma coisinha para reclamar. Pode ser reclamar da relação amorosa com uma amiga, ou reclamar da falta de dinheiro com os pais, ou reclamar dos problemas do trabalho com o marido. É sempre assim, reclamamos para conseguir algo em troca e não refletimos algo que nos magoou para digerir e superar. 

Essa atividade é muito difícil, eu sei. Pode levar meses até que consigamos alcançar esses 21 dias em reclamações. Mas não é conseguir ficar 21 dias sem reclamar que vai nos tornar pessoas melhores. É a tentativa em mudar a mente, o jeito de pensar e, conseqüentemente, de agir diante das situações que vai nos tornar mais maduros com o tempo, mais conscientes da nossa posição no mundo. 

Para quem tiver interesse em conhecer um pouco mais essa filosofia de vida eu recomendo fortemente que leia o livro Pare de Reclamar e Concentre-se nas Coisas Boas de Will Bowen. A proposta: 

Para aderir ao desafio é preciso a ajuda de algum objeto (pulseira roxa!). Você se compromete a usar essa pulseira roxa e cada vez que fizer qualquer tipo de reclamação terá que mudá-la de braço, começando a contagem do zero! Quem não tem consciência do tanto que reclama pode achar que será fácil, mas essa missão será difícil para qualquer um, alguns mais, outros menos. Pode demorar meses, ou mais de um ano, para conseguir alcançar os 21 dias sem reclamar (o que significa manter a pulseira por 21 dias consecutivos no mesmo braço). Se falhar um dia terá que começar tudo de novo. Junto com não reclamar também não pode falar mal de ninguém (pensar pode…). 

Ao começar esse desafio você passará por quatro fases:

1. Incompetência Inconsciente: a pessoa já está nessa fase, porque não faz idéia que reclama e o quanto reclama;

2. Incompetência Consciente: quando você começa a perceber as suas reclamações;

3. Competência Consciente: Você começa a prestar atenção em seus pensamentos antes de falar e começa a se controlar;

4. Competência Inconsciente: Nessa fase, depois dos 21 dias consecutivos, as reclamações raramente virão.

 Ao ler o livro você vai perceber como reclamar faz mal a nós mesmos. As pessoas atraem quem é assim também e bloqueiam as energias positivas ao seu redor.

Para motivar os leitores do blog a participarem desse desafio por um mundo melhor eu vou sortear algumas pulseirinhas de silicone na cor roxa, que simbolizam esse movimento. Se você tem interesse em participar mande um e-mail para simplescarol@yahoo.com.br e me conte: Qual reclamação é a pior de escutar? 

Vou enviar as pulseirinhas pelos Correios, por isso coloque seu endereço completo (com CEP) no e-mail. Participe!

9th fevereiro
2010
written by Carol

Vamos falar do fim de semana que passou, delícia! Tenho pensado em tantas coisas pra postar aqui no blog, mas acabo não pegando o momento e deixando passar aqueles minutos tão preciosos… E idéia se vai, toma outra forma, muda de lugar. Aí vem as novas, mas já não são como as de antes, não menos importantes, mas diferentes do que eu no fundo queria.

Mas vamos lá… O sábado foi incrível, fez muito sol, muito calor. Acordei cedo (9h!) e desci pra piscina… Tomei um solzinho gostoso, entrei na água que por sinal estava uma delícia! Fiquei até às 13h… Subi para um banho gostoso e almocei no shopping com o meu amor. O almoço foi em churrascaria, mas foi leve dentro do possível. De sobremesa: o melhor sorvete de amora que eu já experimentei! Que delícia mais refrescante… Voltamos pro soninho da tarde, porque depois de piscina ninguém aguenta ficar de pé né?! Cochilei gostoso, depois comecei a preparar o jantar… PANQUECAS! Quando a Tha e o Daniel chegaram já estava quase tudo pronto, e foi uma delícia! Eles levaram um vinhozinho maravilhoso e eu amei muito! Conversamos sobre nossa viagem de férias e demos boas risadas!! Tudo indicava que o domingo seria perfeito também! E foi. Solzinho de novo, piscina again, mas o almoço foi em casa mesmo! Passamos a tarde em casa curtindo nosso cantinho, de preguiça boa… E foi assim, descansando bastante que eu passei meu fim de semana!!

E a segunda-feira foi exemplar: musculação de manhã, aula de jump à noite, tomando proteína e super empolgada com a malhação de novo! Como é bom me sentir assim, de bem com a vida, com meu corpo, com minha saúde, comigo mesma! Como seria bom se fosse sempre assim, se a TPM não me machucasse tanto, porque é assim que me sinto! Mas o que importa é aproveitar cada momento desse, bom!!

Hoje eu estava pensando no curso de fotografia que vou começar em março e sonhei… Como seria minha vida se eu pudesse viver disso, de uma coisa que amo: a fotografia. Como seria que isso não fosse apenas um sonho, mas sim uma realidade encantadora. Penso muito nisso, em amar o meu trabalho, amar o que eu faço e ter prazer em tudo… Mas às vezes é tão difícil! Será que é assim só comigo? Não significa que eu não seja feliz, eu apenas queria poder fazer todos os dias o que me dá prazer e pelo qual eu tenho paixão. Felicidade é mais que isso, é muito mais. Sou essencialmente feliz, mas às vezes queria poder ser mais completa. E não é redundância.

Queria ter o poder de fato sobre minha vida, mas é impressionante como a gente se prende. A gente se prende não pelo dinheiro, mas pelo conforto que ele pode comprar. Se prende pela independência financeira que te dá um carro, que te possibilita fazer viagens incríveis, usar roupas lindas, ter sapatos maravilhosos, que te possibilita sair pra jantar e voltar pra casa saciado de tanta emoção. A gente se prende não pelo que o dinheiro representa por si só, mas pelo que construímos com ele. Queremos dar uma vida cheia de regalos para nossos filhos, um cuidado especial para os nossos pais. Queremos ser nós mesmo, mas nos rendemos àquilo que mais nos é rentável. Como eu queria ter maturidade suficiente para saber que isso não é tudo. Sei o que dizem, mas não consigo viver, logo não compreendo. Queria que meu corpo acordasse quando estivesse descansado, que minha mente dormisso quando de fato precisasse repousar. Queria ter uma responsabilidade única em minha vida: a de ser feliz! Queria ser dona do meu próprio nariz, de verdade.

Problemas sempre vão existir… E não é diferente comigo, não é diferente com ninguém. Vamos dar mais valor ao que de fato é valioso em nossa vida, tem que valer a pena!

Beijos

18th janeiro
2010
written by Carol

AMIZADE – s.f. Afeição, estima, dedicação recíproca entre pessoas do mesmo sexo ou de sexo diferente: laços de amizade/Amor/Acordo: tratado de amizade/Benevolência, favor, serviço: provas de amizade/Simpatia de certos animais pelo homem: a amizade do cão pelo dono.

Estava tomando banho hoje quando pensei sobre as minhas amizades. Eu não tenho nenhum amigo de infância que tenha durado a vida toda e fiquei me perguntando por quê? Porque algumas pessoas têm a sorte de ter perto de si amigos que conquistaram quando ainda eram pequenos? O que foi que eu fiz de errado que não consegui manter os contatos? O que foi que eu deixei de fazer que acarretou isso em minha vida? Vale lembrar que, apesar de não ter amigos de infância, as poucas amizades que tive foram intensas e muito verdadeiras. Mas sinto falta de ter aquele(a) amigão do peito, que chega em casa e abre a geladeira e ainda reclama se não tem refrigerante. Aquele amigo que fez a primeira comunhão comigo, que formou na oitava série, depois o colegial e que ainda na faculdade mantínhamos um forte contato. As minhas amizades vieram em fases e sinto falta daquela pessoa que sabe de tudo que eu passei, que sabe como foi o primeiro beijo, que me viu apaixonada, desiludida e apaixonada de novo. Que me viu hiper feliz ao passar no vestibular e acompanhou minhas noites em claro na faculdade. Que me viu formar, conseguir um bom trabalho. Que esteve por perto quando perdi pessoas queridas e nas desilusões amorosas. Sinto falta da pessoa que sabe de tudo isso por ter vivido tudo isso comigo. Em cada momento tive uma pessoa especial do meu lado, mas não era um amigo de infância.

Me lembro que quando comecei a estudar eu ia pra Escolinha da Tia Leda. Minha mãe me levava de carro e quando não podia quem me levava era minha avó. Lembro pouco desse comecinho de vida, mas alguns momentos ficaram muito marcados. Um deles foi a apresentação de um teatrinho no Parque Municipal da minha cidade, onde eu era a atriz principal representando uma formiguinha. Ainda não existia o melhor amigo aqui, mas tinha muita afinidade com a Érika e com a Amanda. Tinha também o Eduardo e o Marcelo. Esses eram os meus amiguinhos… e eles se perderam no tempo.

Depois fui para o Colégio Canadá, onde passei boa parte da minha vida e uma fase de amigos incríveis. Na pré-escola não desgrudava da Michele e da Carla (prima da Michele), adorava brincar de pega-pega e de fazer trabalhinhos com elas. Depois que fui para o ensino fundamental a turma aumentou e um dos anos que mais me lembro foi a 3a série, quando montamos um livrinho de poesias. Este momento me faz recordar de amigos muito especiais: Mônica, Marcela, Juliana, Amanda, Gabriel, Takashi, Marcus Vinícius, Liliane, Renata, Jeanne, Cláudia, Tatiane, Alex, Márcio, Marcelo, Alan, Marquinhos, Michele, entre outros que definitivamente não me lembraria. Como o Colégio Canadá era uma escola pequena, conforme os anos passavam a turma ia se desfazendo… Até que chegamos à 8a série com 5 aluno! Isso mesmo, era quase aula particular, mas eu adorava! Éramos Rodrigo, Cláudia, Renata, Jeanne e Eu! Foi uma fase espetacular… Aqui as amizades incluíam alunos de outras classes (Priscila, Bruno, Juliana, Fernanda, Luis Henrique, Michel, etc) sem falar dos professores… Fernanda, Margareth, Elias, (tio) Carlos, Fábio, entre outros tão especiais. O tempo passou e as minhas amizades também foram passando.

Os amiguinhos da rua que eu brincava quando era criança já não estava mais tão presentes… Débora, Cristiane, Fabiana, Rodrigo, Daniel, Marcelo. Cada um foi pra uma escola diferente, a vida tratou de dar um destino diferente pra eles. Mudaram-se. Casaram-se. Já não faziam mais parte da minha vida. Mudei de escola ao entrar no Ensino Médio. Saí de uma escola privada e minúscula para uma escola municipal e enorme… Foi um choque! Eu sempre fui muito na minha e nunca forcei nenhuma amizade. Eu estava realmente assustada quando me perguntaram se eu já tinha escolhido o meu lugar, no primeiro dia de aula. Estas foram as minhas amigas durante os três anos de aula: Flávia, Hivana, Paola, Nádia.

Fui pra faculdade. Flávia e Hivana foram comigo, caímos na mesma sala. Mesma escolha, mesmo curso. A amizade tendia a cotinuar, mas não continuou. Conheci outras pessoas e a minha turma de amigos mudou: Tati, Vanessa, Françoise, Camila, Bruna, Gisa, Lincon, Ismael, Tiago, Diego. Logo comecei a trabalhar e o círculo de amizades aumentou: Brenda, Vânia, Mari, Lúcia, Flávia, Adriane, Lucila, Anali, Roberta, Dani, Carla, Renata, Ana, Geovana… Fora os inúmeros contatos profissionais (que para este post não conta!).

Hoje tenho vivido a experiência de conquistar novos amigos… Thata, Bruno, Tati… E sinto e percebo que a história vai se repetir… Amigos vêm, amigos vão. Olhando pra trás, a única pessoa que mantenho contato há mais tempo é a Vanessa, desde 2001 no início da faculdade. Os outros amigos que estão na minha vida hoje são mais recentes, mas não menos importantes. E de novo vem a pergunta: onde eu errei? Será que sou chata demais? Exigente demais? Arrogante? Orgulhosa? Insensível?

Será que o erro está em mim? Será que existe erro?

Não tenho a resposta para essa dúvida, mas sou feliz com os amigos que tenho. Sei que vivi momentos incríveis durante essa caminhada. Quero ainda relembrar esses momentos e postar alguns aqui para compartilhar e mantê-los acesos dentro de mim. Momentos em que eu pensava em ser feliz apenas. Quando as preocupações não eram de minha responsabilidade. Quando o tempo podia parar e aguardar até que eu pudesse crescer e decidir o meu caminho. É muito bom ter lembranças, mas o mais importante é ter com quem compartilhá-las. Não sei como é ter amigos de infância, mas sei como é ter amigos de verdade, mesmo que por um momento.

Que o tempo nunca apague as marcas que essas pessoas deixaram em mim. Que eu nunca me esqueça dos momentos felizes vividos ao lado de cada um. Que os anjos permitam que eu seja abençoada a cada dia com pelo menos um amigo por perto (mesmo que seja só perto do coração). Que eu sinta o gosto do companheirismo mesmo quando eu estive mais velha e que meus erros não sejam o motivo dos amigos afastados de mim.

15th janeiro
2010
written by Carol

Sexta-feira chuvosa, com frio, mas muito feliz! Afinal chegou o final de semana… Hoje vamos discutir nosso roteiro de viagem e assim que tiver tudo certinho eu vou postar aqui algumas curiosidades do lugar maravilhoso que vu conhecer! Será uma ótima oportunidade de “viajar” por aí, sem sair de casa!

A fase mais crítica já passou, agora já voltei para o meu mundo tranquilo, acreditando pra valer que a vida vale à pena e que é mais, muito mais que qualquer obstáculo. Trabalho? Necessário. Trabalho com alegria? Possibilidade. Trabalho com alegria e sonhos? Tem que querer. Trabalho com alegria, sonhos e realizações? Basta viver! É isso gente, passamos a maior parte do nosso tempo no trabalho e para que possamos ter alegria, sonhos e realizações é preciso viver o trabalho também. Viver no sentido de amar, amar no sentido mais puro e simples, amar ao próximo como a si mesmo. Tudo em nossa vida está pautado no relacionamento humano e a convivência com nossos colegas de trabalho deve ser a melhor possível. Tem alguém que você não gosta? Tolere. Tem alguém que te irrita? Ignore. Tem alguém que te ignora? Puxe assunto e dê abertura. Viva o seu trabalho como você vive sua vida. Cobranças? Tem em todo lugar. A vida em si não é sempre uma maravilha, e que bom! Assim também é o trabalho, e que bom também! Viva cada momento como se fosse único, porque é! Acredite.

Sonhe e planeje para poder realizar. Sonhe alto, pois somos do tamanho dos nossos sonhos. Não há nada que não possamos conquistar. Basta querer. Alguns sacrifícios são necessários, mas tenha certeza de que no final sempre valerá à pena! Sempre valerá pelo gostinho da vitória, da independência, do carinho conquistado. Os amigos que fizer neste caminho serão fundamentais para quando chegar ao final da sua estrada. Preseve-os. E não tenha medo de pedir perdão. Aliás, não tenha medo em perdoar, essa talvez seja a maior virtude do ser-humano. Sempre valerá à pena.

Com carinho das lembranças deste meu caminho percorrido termino esse post. Com a certeza de um caminho cheio de desafios recomeço minha caminhada. Com a alegria de amar e ser amada, sou feliz!

Beijos e ótimo final de semana!!

11th janeiro
2010
written by Carol

Há alguns dias eu estava assistindo à novela da Globo – Viver a Vida – e fiquei muito emocionada! Tenho que confessar que sou noveleira, mas essa novela tem me surpreendido. Estou muito contente em poder aprender um pouquinho mais sobre a importância de sermos felizes apesar de qualquer dificuldade. E todo final de capítulo a Rede Globo está sendo muito feliz em colocar depoimentos de pessoas que tiveram que passar por algum tipo de superação. Um depoimento em especial, que me chamou muita atenção ,foi a do Sérgio Kehl. Uma pessoa que passa muita paz, muita alegria e muita emoção enquanto fala. Posso afirmar que desde que assisti ao seu depoimento após a novela me senti na obrigação de ser feliz! Palavras do próprio Sérgio:

“Nós não temos o direito de sermos pessoas mal-humoradas, e sim, nós temos o dever de sermos pessoas sorridentes, alegres e de bem com a vida!”

Gaste 5 minutinhos do seu tempo para assistir a este vídeo! Não há como não se emocionar… Beijosss

  • You are currently browsing the archives for the Relacionamentos category.