Um mestre zen descansava com seu discípulo. A certa altura, tirou um melão do seu alforje, dividiu-o em dois, e ambos começaram a comê-lo.
No meio da refeição, o discípulo comentou:
“Meu sábio mestre, sei que tudo que o senhor faz tem um sentido. Dividir este melão comigo talvez seja um sinal de que tem algo a me ensinar”.
O mestre continuou a comer em silêncio.
“Pelo seu silêncio, entendo a pergunta oculta”, insistiu o discípulo. “E deve ser a seguinte: o gosto que estou experimentando ao comer esta deliciosa fruta está em que lugar: no melão ou na minha língua?”
O mestre não disse nada.
O discípulo, entusiasmado, prosseguiu: “E como tudo na vida tem um sentido, eu penso que estou perto da resposta a esta pergunta: o gosto é um ato de amor e interdependência entre os dois, porque sem o melão não haveria um objeto de prazer, e sem a língua…”
“Basta!”, disse o mestre. “Os mais tolos são aqueles que se julgam os mais inteligentes, e buscam uma interpretação para tudo! O melão é gostoso, isto é suficiente, e deixe-me comê-lo em paz!”
Paulo Coelho
Olá Carol, tudo bom? Até desisti de ver seu blog todos os dias… Até que enfim deu sinal de vida. fiquei imaginando o que teria acontecido… Bom, minha pergunta a você é seguinte: como você decidiu pela sua profissão? Que critérios usou? Um beijo, fique com Deus! p.s. eu já li aqui que você adora o Shopping Morumbi. Eu trabalho bem pertinho, se precisar de alguma coisa é só me escrever: marisarocha30@yahoo.com.br, ok?
Desculpa pelos erros, mas quando eu estou digitando não aparece a tela toda…
Oie sumida, bom minha pergunta é sobre seu relacionamento, como é, como se conheceram, como é a convivencia, etc.
bjosss